MH Poesia Reta e a Música Marginalizada da Favela: O papo aqui sempre será o mesmo.


Das margens irá surgir o verdadeiro guerreiro forte e imponente de intelecto que irá conquistar com a palavra a comunidade. Quando a hora chegar se levantará como um tsunami varrendo a injustiça, a milícia, o descaço, pré-conceito e a fome. Longe de siglas políticas, de conceito próprio, usando tudo aquilo que um dia já foi drenado em comportamentos centenários.


Hoje o mundo vem sofrendo com os de “mentes mais esperta” sempre com um dedo na religião, que por ela mata e justifica o sofrimento de muitos: A falta de atenção com os seres humanos marginalizados ainda é a grande causa da miséria do mundo.


Cabo Delgado em Moçambique quer paz, mas os religiosos esses querem guerra. As religiões sempre estão em guerra, sempre querem mais e quando são radicais eles querem guerra santa para mudar algo que um democrata ou um ditador ou o algum líder qualquer no mundo nunca fez: “Fomentar de coisas mais simples e básica os que vivem as margens de um país pobre ou em sempre desenvolvimento como o nosso”. Quando eles estão envolvidos em política eles querem “Fake New” querem o controle com a mentira na base das incertezas e com seu Deus acima de tudo: “Mesmo que seja legal não amar o próximo ou com devoção a torturadores”.


Além de tudo existe o que é mais sagrado nesse tipo de país: A corrupção e sua banalidade com justificativas e tudo mais que se pode ter e esperar de um povo plantado as margens pelos homens do mais alto escalão nacional.


A história recente do nosso continente nos mostra isso, é só aparecer um que já viveu as margens e deslocado que são tratados como “comunista” terrorista, acusado de implantar uma ditadura: “Mesmo na democracia e com o voto para todos”. E os caras, os donos de jornais o comem como um doce: “Quanto mais alto ele for no poder, maior será a doceira”. Esse tipo de coisa acontece toda hora aqui na América Latina, na verdade o tempo todo. Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Colômbia, Equador, Venezuela, brasil e suas Favelas.


Ao povo falta o que eles deveriam ter por direito “CIDADANIA” no mais básico da palavra como direito de todos. A gora imagina, se tudo isso acontece no continente Africano, já era! O mundo não cuidas da sua periferia, assim como o brasil não cuida das suas Favelas. Simples, de papo reto, com tudo que existe de preconceito racismo e separatismo. Esse é o nosso mundo, seja bem vindo.


Sou um sonhador que acredita que a justiça virá: “Eu tenho cede de justiça e serei saciado”. Segundo Matheus (Mt 5,6). Quero bem longe os de almas sugadoras, os mornos, os insensíveis e genocidas em nome de um Deus. Quero perto o poeta da Favela, o marginalizado. Quero a arte de poder expressar em palavras a sua revolta o seu orgulho do guerreiro miscigenado com índios, escravos. Quero a sorte da revolução encabeçada pelo cordeiro da Favela.


Seja qual for sua gênese. Que venha pela palavra forte cantada que traga boas harmonias e a sabedoria de sua tribo.


Eu quero “Favela” tão forte quanto sua aparição no sertão do Nordeste. Aquela plantada pela mão do criador que serve de alimento e proteína. Que seja igual ao medo de encarar uma de peito aberto, que ele venha com a força do homem Nordestino.


A música mudou e mudará o mundo, sempre foi assim e assim há de se estender até o pó esse planeta voltar.


Favela...

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