Balancê Poético é um convite para o amor em tempos de Cólera


Cerveja gelada, vinho quente conversando besteira de adolescente escutei de longe o som de uma sanfona. Sai apurando os ouvidos e quando percebi estava espiando pela brecha de um galpão um autentico Pé de Serra. Quando meus olhos viram, e a sonora invadiu meus ouvidos o corpo sentiu, e como um raio que rasga o céu um arrepio elétrico no meu corpo vez meus pelos levantarem sobre a epiderme. Foi a mesma sensação que tive quando escutei a primeira vez um Punk Rock. Anos depois entendi o que o Poeta quis dizer com; “O folclore é radcore e insta a alegria” Foi um momento marcante em minha vida.


Hoje sei quê, por mais incrível que pareça, todos os sons tem uma única origem. E não me envergonho em dizer, quê tudo que trás essa união entorno do som, provoca essa comunhão de afeto e amor.


Amor que pode ser expresso de varias formas e até por quem você não conhece. O amor do Balancê Poético também é meu, que nunca fui dançar nas suas rodas suadas, encantadas de harmonia e poesia.


Essas duas expressões da música que trago no peito é de fato o Rock e o Forró com as suas vertentes. Um mais para extravasar minha raiva, contagiar os outros com minha revolta e certa consciência que o rock oferece.


O Forró e suas vertentes trás minhas melhores lembranças de amigos família, comidas, da dança afoita, tesuda, gostosa, respeitosa, histórica e de identidade, pois quando expressada transforma meu íntimo, o meu “ser” em uma nova pessoa. Inteiramente exorcizada e ciente de minhas raízes. O Balancê Poético também mexeu com os pelos da minha epiderme.


Ontem depois que vi o documentário produzido por Daniel de Melo Alves e todo o carinho e amor que o vídeo transmite entre parceiros e amigos, percebemos que afeição e afeto ainda salvarão o mundo dessa ameaça que a sola toda a humanidade; O extremismo, a intolerância, arrogância, a falta de trato, a ignorância, o racismo, o preconceito e toda forma de mal que hoje é produzida no “b”rasil e no mundo. Para contra-atacar esses homens cruéis só com muita; Harmonia, companheirismo, pessoas se amando, uma sobre as outras, ou de qualquer forma e muito Balancê Poético. Por que o forró não é moda é uma das maiores essências do amor.


Se você ainda não viu, não conhece o Balancê Poético comece pelo Documentário que deixo em tela, aqui em nosso blog.


Dance mais, ame mais, se jogue mais.

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